"Como ajudei minha família..." : Depoimentos
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"Como ajudei minha família..."

Depoimentos de ex-testemunhas de Jeová, cartas de dissociação e depoimentos sobre a vida pós Torre de Vigia. Aqui fala mais alto a sinceridade, o sentimento e muitas vezes os relatos nos impressionam pela falta de algo que mais as Testemunhas de Jeová dizem praticar: o amor ao próximo!
Fique a vontade para contar suas vivências

"Como ajudei minha família..."

Nova mensagempor Mentalista em 27 Jun 2015 22:38

As férias da faculdade chegaram... Nenhuma recuperação para fazer... Resolvi fazer algumas traduções. Ufa! Essa deu trabalho. É um depoimento anônimo que se encontra no site Freeminds.

Prefácio: A seguinte consideração é de interesse daqueles que enfrentam o dilema de querer sair da organização das Testemunhas de Jeová, conhecida como Torre de Vigia. Eu estive envolvido com ela por quase 27 anos, de Dezembro de 1968 a Julho de 1995. Estive ativo por 25 anos, em várias posições, incluindo a de ancião. Em minha evangelização, ajudei 15 pessoas a se tornar Testemunhas de Jeová, incluindo meus quatro filhos.

Introdução: Em Janeiro de 1992, antes de eu realmente parar de assistir às reuniões e iniciar o processo de recuperação de desaprender padrões de pensamento típicos das Testemunhas de Jeová, eu tomei a decisão de fazer algo com minha família.

Depoimento: Tendo lido o livro "Crisis of Conscience" (Crise de Consciência) de Raymond Franz na primavera de 1989, verifiquei muitas de minhas preocupações a respeito da organização.rified. O que ele escreveu foi diretamente ao ponto. Eu escrevi para ele e trocamos algumas correspondências. Eu não concordo com apenas algumas coisas que ele disse, mas essas são muito pequenas, e eu não me lembro mais exatamente o que eram.

Eu fiquei na Torre de Vigia por mais três anos por duas razões. Depois de ler Crisis of Conscience eu não conseguia ver para onde poderia ir, e minha família toda era de Testemunhas de Jeová ativas. Eu não queria abalar o mundo delas a menos e até que eu pudesse ver um caminho melhor para mim mesmo.

Em Novembro de 1991, logo depois de assistir à Escola do Ministério do Reino para Anciãos e Servos Ministeriais em Woodburn, Salão de Assembleias de Oregon, eu li "In Search of Christian Freedom" (Em Busca da Liberdade Cristã, em Português) de Raymond Franz. Este livro me ajudou a ver uma importante aplicação das escrituras que me levou a minha decisão final de deixar as Testemunhas de Jeová.

Nesse livro, Ray fez uma interessante aplicação de Hebreus 13:13 sobre sair da segurança visível de um campo ou cidade para estar com Cristo. Ele comparou isto a organizações modernas e à segurança que oferecem. Foi nessa hora que meus anteriores treinamento cristão e visão de vida ganharam foco com respeito ao que está errado com a religião cristã organizada/institucionalizada. Sobre essa realização, eu fiz completamente uma mudança de paradigma em todos meus conceitos sobre o Cristianismo e mudei de qualquer foco organizacional para foco somente em Jesus Cristo.

Desse ponto em diante, a Bíblia parecia um novo livro, Cristianismo parecia como uma fé totalmente nova, e minha associação com qualquer religião organizada mudou totalmente e para sempre.

Como eu consegui tirar minha família: A questão envolvendo muitas Testemunhas de Jeová que consideram deixar a associação com a Sociedade Torre de Vigia é: O que eu faço com minha família? Se eu sair pela dizendo que a Torre de Vigia é um monte de besteira, todos eles podem reagir com o treinamento padrão das TJs e me ostracizar. Eu também enfrentei exatamente este problema, e ponderei o que eu precisava para lidar com isso.

Então, eu levei tempo para avaliar a forma com que eu poderia obter informação para eles de forma que pudessem fazer sua própria escolha. Estes são os princípios básicos que eu decidi empregar não importasse o que acontecesse:

1. Obter informação para eles fazerem uma escolha antes que eu estivesse pronto para sair formalmente.

2. Respeitar sua escolha pessoal, mesmo que fosse de me ostracizar.

3. Oferecer e dar amor incondicional para todos eles não importasse as consequências.

4. Ajudá-los no processo de recuperação se eles deixassem as Testemunhas de Jeová.

5. Estar com eles mesmo que continuassem na organização, de forma que sempre pudessem confiar e contar comigo.

Então eu formulei um plano para discutir informação com minha família de uma forma que nada lhes fosse imposto. Eu tinha que deixá-los pensar por si mesmos, e chegar nas suas próprias conclusões. Mas, pelo menos eles teriam algo que eu não tive 25 anos antes.... Informação!

Nossos estudos em família eram feitos nas noites de Segunda-feira, onde eu engrenei várias atividades, tais como a preparação para o estudo de A Sentinela, Estudo de Livro e Reunião de Serviço. Em Janeiro de 1992, eu abri para o estudo em família algo como:

‘Okay família, eu tive uma ideia e queria que vocês soubessem e dessem sua opinião.’ Eles todos ouviram atentamente. Eu disse que seria bom se pudessemos tomar outra direção por um tempo e discutir algo que especialmente ‘vocês crianças vão enfrentar conforme vão crescendo'. Eu lhes disse que conforme amadureciam na sua fé cristã, eles iriam encontrar pessoas na porta, no trabalho, e até mesmo no Salão do Reino que diriam e fariam coisas que desafiariam sua fé. “Vocês precisam saber como lhes responder com certeza; e para isto acontecer, vocês precisam estar resolvidos em seus próprios corações sobre o que pensar. Então, vamos iniciar 1992 discutindo alguns desafios reais e como lidar com eles.”

A reação foi extremamente positiva. Pareceu-lhes muito mais interessante que nossos estudos rotineiros. Começamos comigo perguntando algo sobre a predição da Torre de Vigia para 1914 e como eles poderiam responder sobre isso. Eles tiveram problema no começo, então eu lhes mostrei a resposta na literatura da Sociedade, tanto nas velhas como nas novas publicações.

Depois disso, eu fiz outras questões, e eles passaram a pesquisar e tentar responder. Eles não sabiam que eu estava usando os dois livros de Ray Franz e um monte de outras pesquisas pessoais e fontes de referência para elaborar minhas questões e comentários. E as questões eram difíceis de resolver, nada fáceis.

Mas eu nunca tomei um lado nesse processo. Minha meta era nunca fazer conclusões por eles. Em vez disso, caminhar lentamente com eles através do material e olhar para todos os lados e permitir-lhes fazer uma conclusão por si mesmos. Não fiz julgamentos, e não fiz observaões negativas sobre a congregação, a Sociedade ou seu Corpo Governante. Continuamos a ir nas reuniões, serviço de campo e fazer todas as outras atividades relacionadas. Finalmente, eu comecei a mover na direção de passeios em família mais divertidos e eu deixei serviço e reuniões "escorregar" um pouco no início e mais ainda conforme o tempo passava.

Eu fazia questões e então ouvia. Eu fazia mais questões e ouvia ainda mais. E assim por diante. Questionar e escutar são a chave principal para esse esforço. Mais e mais eu repetia esse processo, e nunca desisti.

Durante este processo, por coincidência, um ancião decidiu por si mesmo forçar uma opinião sobre os meus filhos sem o meu consentimento ou conhecimento. Um dos meus filhos estudava em casa e o resto na escola pública. Mas ele estava tentando fazer com que o meu filho fosse para a escola pública. Eu o confrontei e soube que alguns estavam fazendo objeção a minha filha estudar em casa e que isso seria motivo de 'tropeço' para alguns na congregação. Soube depois que ele fazia o mesmo com outras famílias.

Então nosso estudo em família ficou ainda mais vivo. Eles todos imergiram no estudo com entusiasmo. Eles sentiam liberdade para abrir e discutir assuntos delicados. Eu criei o ambiente de liberdade para lhes dar um lugar seguro para falar sobre qualquer coisa e nunca serem criticados. Eu lhes dei o que eu me dei ao ler literatura ex-TJ: liberdade para pensar, falar, e ter opinião e visão valorizadas.

Conforme o tempo passava eu tive várias oportunidades para pegar um ou outro membro da família para tomar um café, hamburger, pizza. Durante este tempo eu solicitava seus comentários sobre o estudo em família e perguntava se havia alguma coisa que eles queriam discutir e que não estavamos cobrindo ou que requeriam mais privacidade.

Eu disse que nada do que discutissem comigo seria dito para os anciãos ou qualquer outra pessoa sem o consentimento deles. Mais uma vez, esta sensação de segurança tornou possível para eles se abrir mais e mais. Uau! Essa oferta provocou uma avalanche de respostas! Minha filha mais velha, por exemplo, expressou preocupação de que a Sociedade parece estar sempre voltando atrás em tudo o que faz, e que eles parecem orgulhosos e arrogantes. Ela disse que isso a incomodava, visto que a Sociedade Torre de Vigia sempre exige modéstia e humildade dos membros.

Eu não tomei isso e disse: 'Uau filha, você está certa, vamos deixar a organização agora!' Em vez disso, eu disse que eu realmente apreciei sua observação e nunca pensei daquele modo antes. Eu lhe disse que ela tinha um bom ponto e que eu não tinha certeza de como refutá-lo. Então a deixei prosseguir para outras preocupações porque ela sentia liberdade para dizer mais sobre o que pensava. Essa é uma chave aqui... escutar o que sua família está pensando. Este processo leva tempo. É preciso tempo e gentileza para lhes dar um lugar seguro para pensar por si mesmos. Não podemos pensar por eles. Se tentarmos, vamos perdê-los para a organização Torre de Vigia ou o mundo em geral.

Abril de 1992 se aproximava, e eu fui designado a fazer o discurso do Memorial porque eu sou dos Ungidos. Isto, também, causou consternação com aquele mesmo ancião.

Para tirar sua família da Torre de Vigia você tirar vantagem dos eventos que ocorrem. Eu não digo que você deve criá-los, mas envolva a opinião de sua família e lhes deixe ver todos os lados e observe o que de outra maneira seria oculto deles. Você vai se impressionar ao ver como sua família vai apoiá-lo quando você os incluir nos assuntos e procurar sua orientação.

Depois do discurso do memorial, eu deixei minha posição, e parei de ir às reuniões. Eu fiz isso de forma súbita, mas gostaria que tivesse ido com mais calma. Este foi um erro meu. Eu queria fazer uma transição mais lenta, mas eu não podia aguentar mais, e apenas disse ao superintendente que precisava de um tempo fora. Eu continuei a levar minha família para as reuniçoes e assembleias.

Coincidentemente, em Maio de 1992 tivemos uma Assembleia de Circuito em Woodburn, Oregon. Eu levei as crianças e fui então sozinho para a praia em Lincoln City. Lá eu tomei um uísque escocês e pensei sobre minha vida toda e o que estava para acontecer, e para onde iria. Minha esposa ficou em casa, como de costume, por causa de sua depressão.

Naquela Assembleia de Circuito os anciãos aprenderam um nova provisão amorosa do Escravo Fiel e Discreto: os anciãos e servos ministeriais que precisassem reduzir ou mesmo parar suas atividades poderiam continuar em suas posições com o voto da maioria do corpo de anciãos. A ideia era que quando eles estivessem prontos, poderiam voltar a suas atividades sem esperar um longo período de requalificação. Os anciãos da nossa congregação votaram para negar minha desistência e me manter. Eu concordei para poder voltar a atenção à minha família.

Por volta de Junho de 1992, eu tomei uma viagem de negócios para o Alabama. Enquanto lá eu fui para Georgia no final de semana para visitar Ray e Cynthia Franz. Falamos sobre a Bíblia, Trindade, Torre de Vigia e o que fazer com o resto de nossas vidas. Durante meu retorno planejei como contar para minha família o que aconteceu e onde estive. Eu falei com cada um em particular que por quase sete meses tinhamos discutido diversos assuntos sobre a Sociedade, a Bíblia, Deus, religião, por que eu me tornei TJ etc. Disse para cada um algo como:

‘Você sabe que o amo incondicionalmente. Eu tomei uma séria decisão ao rejeitar minha religião católica para me tornar Testemunha de Jeová. Eu fiz isso com o risco de perder minha família pelo que eu considerava maiores princípios em jogo. Agora, que nós consideramos cada uma das nossas preocupações, algumas mútuas, e algumas exclusivas, eu tenho que tomar outra séria decisão. É hora de deixar as palavras para tomar ação. Se não concorda comigo, por favor não vá aos anciãos, já que eu vou simplesmente mandar uma carta de dissociação. Mas eu não me considero mais uma Testemunha de Jeová e não posso em boa consciência continuar a me associar com a Sociedade Torre de Vigia. Eu coloca minha fé apenas em Jesus como meu salvador.

Agora você pode escolher me ostracizar, ou aproveitar essa oportunidade para reavaliar sua posição na organização, e tomar então sua própria decisão. Eu vou respeitar e apoiar qualquer decisão que fizer. Eu amo você incondicionalmente e isto nunca vai mudar.’

Para meu grande prazer, cada um deles aproveitou para fazer sua própria avaliação. Por que isto foi tão efetivo? Porque o caminho oferecido pela Sociedade significa não-pensamento e não-liberdade mas apenas lealdade à organização. Não é permitido tempo para avaliar questões. Lealdade e obediência à organização já estão definidos e não há espaço para pensar diferente.

Por outro lado, eu lhes ofereci tempo, segurança, liberdade para falar abertamente, valorização de opinião, pensamento por si mesmos, e nenhuma pressão, e nenhum medo de mim, e o melhor do meu amor incondicional.

Qual você escolheria? O humano precisa dos componentes essenciais de liberdade, pensamento próprio, autoestima, amor, um ambiente seguro, compreensão, discussão, informação, e troca de ideias. O que eu dei à minha família não tem preço. Qualquer um pode fazer isso se você diminuir sua ansiedade para sair da Torre de Vigia e trabalhar com sua família. Considere cada uma de suas necessidades individuais, personalidades, e acima de tudo os respeite.

Eu espero que isso funcione para você tão bem como funcionou comigo.

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Re: "Como ajudei minha família..."

Nova mensagempor Soares em 28 Jun 2015 01:00

Bom dia mentalista.

Alguns pontos me chamaram a atenção:

Ele próprio levou um tempo até se convencer plenamente que decisão tomar;

Ajudou a família como ele mesmo se auto-ajudou;

Teve paciência, exceto o fato que queria deixar a congregação paulatinamente porém o fez subitamente;

Ouviu atentamente os conselhos de Franz;

Assumiu o risco, depois de reduzi-lo bastante.

No caso dele deu certo.

Acredito que uma relação franca com a família como base, serviu para no momento da descoberta prevalecerem os laços consanguíneos em oposição ao lado legalista da Torre.

Uma experiência interessante onde cada um tem que avaliar se esse proceder cabe na sua vida.

Parabéns.

Abçs
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Re: "Como ajudei minha família..."

Nova mensagempor sabrepoderoso em 28 Jun 2015 05:41

sempre fui sozinho quando fazia parte da torre , assim sair dela a nivel de familia foi traquilo , não passei pelo que vejo tantos outros passarem , vc tem uma experiencia e tanto !! tanto com raymond franz como vc tiveram paciencia em lidar com situações tão dificeis , pois envolvem outras pessoas , a familia , vc tbm foi corajoso os seus podiam ter outra reação , deixar e confirmqr seu amor por cada membro da familia sendo franco , é certo que atingiu o intimo deles . ao contrario da torre vc deu tempo e liberdade para escolherem sua posição , vc não pressionou ninguem , são citadas por vc coisas importatissimas para uma familia , a liberdade que já citei , ter a liberdade de pensar , ser compreendido , liberdade de discutir o que pensa , troca de ideias , e o mais importante que saibam que são amados , com certesa que , sim , vai ser de ajuda a outros !!! d:8 desejo a vc um bom dia e tudo de bom !!! :D1
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Re: "Como ajudei minha família..."

Nova mensagempor Episcopos em 28 Jun 2015 06:58

Já havia lido esse depoimento no Freeminds. Tenho seguido os mesmos passos com resultados semelhantes.
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Re: "Como ajudei minha família..."

Nova mensagempor Mentalista em 28 Jun 2015 10:36

sabrepoderoso escreveu:sempre fui sozinho quando fazia parte da torre , assim sair dela a nivel de familia foi traquilo , não passei pelo que vejo tantos outros passarem , vc tem uma experiencia e tanto !! tanto com raymond franz como vc tiveram paciencia em lidar com situações tão dificeis , pois envolvem outras pessoas , a familia , vc tbm foi corajoso os seus podiam ter outra reação , deixar e confirmqr seu amor por cada membro da familia sendo franco , é certo que atingiu o intimo deles . ao contrario da torre vc deu tempo e liberdade para escolherem sua posição , vc não pressionou ninguem , são citadas por vc coisas importatissimas para uma familia , a liberdade que já citei , ter a liberdade de pensar , ser compreendido , liberdade de discutir o que pensa , troca de ideias , e o mais importante que saibam que são amados , com certesa que , sim , vai ser de ajuda a outros !!! d:8 desejo a vc um bom dia e tudo de bom !!! :D1

A experiência não é minha, caso tenha tido essa impressão. É de uma pessoa não identificada. Mas com certeza ele teve bons resultados com a família. Para quem sai para continuar cristão as coisas ficam menos difíceis, a nível pessoal e familiar. Estou providenciando uma em que o autor saiu para se tornar cético.
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Re: "Como ajudei minha família..."

Nova mensagempor Herege Aprisionado em 28 Jun 2015 11:53

Excelentes dicas foram dadas nesse relato, gostei muito da forma como ele exerceu paciência ao ajudar a família. Realmente vemos que o misto de paciência com perguntas bem elaboradas pode ser o melhor caminho ao fazer a família abrir os olhos. Já favoritei esse tópico, obrigado por traduzi-lo.
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Re: "Como ajudei minha família..."

Nova mensagempor Soares em 29 Jun 2015 08:31

Herege Aprisionado escreveu:Excelentes dicas foram dadas nesse relato, gostei muito da forma como ele exerceu paciência ao ajudar a família. Realmente vemos que o misto de paciência com perguntas bem elaboradas pode ser o melhor caminho ao fazer a família abrir os olhos. Já favoritei esse tópico, obrigado por traduzi-lo.



Esse, para mim, é um dos pontos altos do relato.

Abçs
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Re: "Como ajudei minha família..."

Nova mensagempor Soares em 30 Jun 2015 23:55

Mentalista, peguei o teu tópico emprestado para mostrar a um forista, já irá com os devidos créditos, naturalmente.

Abçs.
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Re: "Como ajudei minha família..."

Nova mensagempor croger em 01 Jul 2015 01:09

Este com certeza será meu guia daqui por diante!
Is fuck.
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Re: "Como ajudei minha família..."

Nova mensagempor amanhecer em 06 Jul 2015 13:51

d:7 d:7 d:7 d:7 d:7

Excelente!
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