Falácias do livro "Biblia Ensina" : Publicações - Page 2
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Falácias do livro "Biblia Ensina"

Um exame crítico sobre as mais diversas publicações da Associação Torre de Vigia, que engloba revistas, livros, folhetos etc.

Re: Falácias do livro "Biblia Ensina"

Nova mensagempor Edir Romanelli em 07 Abr 2012 03:38

Vcs notaram que uma hora é Ademar de Moraes e na outra é Ademar46? Estou enganado ou este úm dos espiãos da sociedade? Eita.. o cara tinha que fazer uma defesa aqui por causa dos estudantes.. criar duvida, to achando que é uma nova estratégia da organização pra deixar dúvidas.. hehehehe - ate´ pode ser que existam dois Ademar aí.. hehehe Como no filme MATRIX.. o inimigo se multiplica.. com formas similares. heheheheh SINISTRO.
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Re: Falácias do livro "Biblia Ensina"

Nova mensagempor Opss, caí da torre! em 07 Abr 2012 10:50

Julgando que feioooooo ... coisa de TJ HAUHUAHUA
Eu nao sou desassociação , mas posso falar com propriedade sobre esse assunto... testemunhas de jeová nao tem amor entre sim, mas inveja , soberba , fofocas entre outros....
Eu ,como testemunha de jeová, prometi a mim mesma que se alguem algum dia me provasse que essa religiao nao era a verdadeira , eu sairia...


Mas como uma testemunha de Jeová iria provar a voce que a religião dela não era a "verdadeira", acaso teria de provar que era falsa? , quer dizer que voce saiu por que elas não provaram que eram a religião falsa assim voce saiu

Foi provado, tive que ter humildade pra aceitar isso , creio que isso nao acontece com as Tj.

What the hell is going on?
Depois disso eu perdi qualquer interesse que talvez existisse em participar dessa conversa. Sério, o poder de interpretação textual desse cara é assustador. :iergh7:
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Re: Falácias do livro "Biblia Ensina"

Nova mensagempor JOSÉ FACCIOLI JR em 07 Abr 2012 11:39

Esse tópico eu vou filtrar e postar em meu blog, não hoje, mas vou, com a permissão dos participantes!
"Quando nós adotamos cegamente uma religião, um sistema político, um dogma literário, nós nos tornamos autômatos, paramos de crescer" - Anaïs Nin (1914-1977)

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Re: Falácias do livro "Biblia Ensina"

Nova mensagempor gerom em 07 Abr 2012 12:24

Obrigado, Sid! ...por trazer a luz tão brilhante publicação escrita por idiotas!

Veja que existe na bíblia um fato CLARO de como a bíblia deve ser estudada, ensinada. Nela traz o relato de Felipe no qual o ES o encaminhou até um eunuco etíope que estava lendo o livro de Isaías e tendo problemas para entender. O que aconteceu? Felipe pegou o rolo de Isaías e comecou a explicar ao etíope e após ele ter compreendido tudo pergunto para Felipe se podia ser batizado num 'corpo d'água' a beira da estrada?

Pergunto: usou Felipe algum livro, revistas ou qualquer publicação para explicar um assunto bíblico àquela pessoa?

As TJs são um bando de idiotas, malinformados, cegos, que não raciocinam sobre aquilo que o CG lhes transmite!
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Re: Falácias do livro "Biblia Ensina"

Nova mensagempor JOSÉ FACCIOLI JR em 07 Abr 2012 12:32

Verdade Gerom,
Sem falar no caso do Apolo! Ele foi encontrado por Áquila e Priscila, e a Bíblia não mostra nada que indique que a maneira de Apolo estava de todo errada em relação ao entendimento sobre as escritoras, a Torre até afirma que o conhecimento de Apolo era INCOMPLETO mas não errado!
Bem diferente do que a Torre alega sobre os que estudam e pregam a Bíblia por fervor próprio!!
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Re: Falácias do livro "Biblia Ensina"

Nova mensagempor miguel arcanjo em 07 Abr 2012 14:26

Sid, foi excelente a sua argumentação.
Eu pediria ao Ademar, que tentasse me explicar somente usando a bíblia do F.W.Franz, o texto de Gálatas 4:27

viewtopic.php?f=11&t=11086

GALÁTAS 4:27

Um texto bíblico decisivo

Além dos relatos bíblicos e históricos da franca expansão do Cristianismo nos três primeiros séculos, há um versículo na Bíblia que mostra que os cristãos verdadeiros superariam enormemente a marca de 144.000 membros, fazendo com que os cálculos acima estejam bem abaixo da realidade.

É o capítulo 4 de Gálatas, que menciona duas mulheres simbólicas – uma mulher desolada (sendo estéril) e uma que tem marido (sendo fértil). A quem elas representam?

- A mulher “fértil” representa a Jerusalém terrestre, na aparente segurança usufruída pelos judeus do primeiro século, que se multiplicavam dia a dia.

- A mulher “estéril” representa a Jerusalém de cima que ainda não tinha gerado filhos da terra para que vivessem no céu. Esses seriam os cristãos com esperança celestial no decorrer da História.

A Sociedade Torre de Vigia concorda com a interpretação acima? Vejamos:



“A ‘Jerusalém de cima’ ficara ‘desolada’, como que sem filhos.... até que Jesus foi batizado em 29 EC. Foi então que Jesus foi gerado pelo espírito do Abraão Maior, Jeová.... Mas a ‘Jerusalém de cima’ deveria ter mais de um filho espiritual..... em Pentecostes de 33 EC.... cerca de 120 de seus discípulos fiéis foram gerados pelo espírito.... Mais tarde, naquele dia, mais cerca de 3.000 judeus foram batizados como discípulos de Jesus e foram ungidos.... De modo que a ‘Jerusalém de cima’, naquele dia, tornou-se ‘mãe’ de muitos filhos.” – A Sentinela, 15/03/85, p. 13, § 15.

Então fica muito claro que os filhos da ‘mulher desolada’ são os cristãos “ungidos” (termo muito usado pelas Testemunhas de Jeová). Obviamente os “muitos filhos” da ‘mulher desolada’ não seriam somente os 3.121 mencionados acima pela Sociedade. Outros mais entrariam nessas fileiras. Mas quantos seriam? A Bíblia tem a resposta, em Gálatas 4:27:

“Os filhos da desolada são mais numerosos do que os daquela que tem marido.”


Os filhos da ‘mulher com marido’ representam os judeus que habitavam a nação de Israel no primeiro século. Todos sabem que havia milhões de judeus naquele tempo. (Por exemplo, quando Jerusalém foi destruída, em 70 EC, um milhão de judeus morreram naquela cidade). Portanto, os filhos da ‘mulher com marido’ eram milhões de pessoas. Ora, se os filhos da ‘mulher desolada’ são mais numerosos ainda, como é possível dizer que estes filhos são apenas 144.000?

Sendo assim, embora não se saiba o número exato, pelo texto acima o número dos que são adotados como filhos espirituais de Deus chega a milhões de pessoas.
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Re: Falácias do livro "Biblia Ensina"

Nova mensagempor indicetj.com em 07 Abr 2012 21:17

miguel arcanjo escreveu:Sid, foi excelente a sua argumentação.
Eu pediria ao Ademar, que tentasse me explicar somente usando a bíblia do F.W.Franz, o texto de Gálatas 4:27

http://extestemunhasdejeova.net/forum/v ... 11&t=11086

GALÁTAS 4:27

Um texto bíblico decisivo

Além dos relatos bíblicos e históricos da franca expansão do Cristianismo nos três primeiros séculos, há um versículo na Bíblia que mostra que os cristãos verdadeiros superariam enormemente a marca de 144.000 membros, fazendo com que os cálculos acima estejam bem abaixo da realidade.

É o capítulo 4 de Gálatas, que menciona duas mulheres simbólicas – uma mulher desolada (sendo estéril) e uma que tem marido (sendo fértil). A quem elas representam?

- A mulher “fértil” representa a Jerusalém terrestre, na aparente segurança usufruída pelos judeus do primeiro século, que se multiplicavam dia a dia.

- A mulher “estéril” representa a Jerusalém de cima que ainda não tinha gerado filhos da terra para que vivessem no céu. Esses seriam os cristãos com esperança celestial no decorrer da História.

A Sociedade Torre de Vigia concorda com a interpretação acima? Vejamos:



“A ‘Jerusalém de cima’ ficara ‘desolada’, como que sem filhos.... até que Jesus foi batizado em 29 EC. Foi então que Jesus foi gerado pelo espírito do Abraão Maior, Jeová.... Mas a ‘Jerusalém de cima’ deveria ter mais de um filho espiritual..... em Pentecostes de 33 EC.... cerca de 120 de seus discípulos fiéis foram gerados pelo espírito.... Mais tarde, naquele dia, mais cerca de 3.000 judeus foram batizados como discípulos de Jesus e foram ungidos.... De modo que a ‘Jerusalém de cima’, naquele dia, tornou-se ‘mãe’ de muitos filhos.” – A Sentinela, 15/03/85, p. 13, § 15.

Então fica muito claro que os filhos da ‘mulher desolada’ são os cristãos “ungidos” (termo muito usado pelas Testemunhas de Jeová). Obviamente os “muitos filhos” da ‘mulher desolada’ não seriam somente os 3.121 mencionados acima pela Sociedade. Outros mais entrariam nessas fileiras. Mas quantos seriam? A Bíblia tem a resposta, em Gálatas 4:27:

“Os filhos da desolada são mais numerosos do que os daquela que tem marido.”


Os filhos da ‘mulher com marido’ representam os judeus que habitavam a nação de Israel no primeiro século. Todos sabem que havia milhões de judeus naquele tempo. (Por exemplo, quando Jerusalém foi destruída, em 70 EC, um milhão de judeus morreram naquela cidade). Portanto, os filhos da ‘mulher com marido’ eram milhões de pessoas. Ora, se os filhos da ‘mulher desolada’ são mais numerosos ainda, como é possível dizer que estes filhos são apenas 144.000?

Sendo assim, embora não se saiba o número exato, pelo texto acima o número dos que são adotados como filhos espirituais de Deus chega a milhões de pessoas.



 
 
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ASSIM DIZ O CORPO GOVERNANTE
Já falamos sobre isso. Não lestes?


    Numerosos filhos para a mulher estéril

    8 Depois da morte e ressurreição de Jesus, a “mulher” celestial de Deus se alegrou em acolher de volta esse Filho favorecido como “primogênito dentre os mortos”. (Colossenses 1:18) Daí ela passou a produzir mais filhos espirituais. No Pentecostes de 33 EC, cerca de 120 seguidores de Jesus foram ungidos com espírito santo, sendo assim adotados como co-herdeiros de Cristo. Mais tarde naquele dia, foram acrescentados mais 3.000. (João 1:12; Atos 1:13-15; 2:1-4, 41; Romanos 8:14-16) Esse grupo de filhos continuou a crescer. Durante os primeiros séculos da apostasia da cristandade, o aumento foi bem lento. Mas isso havia de mudar no século 20.

    9 Isaías continua a profetizar sobre um período de crescimento notável: “Faze mais espaçoso o lugar da tua tenda. E estendam-se os panos de tenda do teu grandioso tabernáculo. Não te refreies. Alonga os teus cordões de tenda e faze fortes as tuas estacas de tenda. Pois irromperás pela direita e pela esquerda, e tua própria descendência tomará posse até mesmo de nações, e eles habitarão até mesmo nas cidades desoladas. Não tenhas medo, pois não serás envergonhada; e não te sintas humilhada, pois não ficarás desapontada. Porque te esquecerás até mesmo da vergonha do teu tempo de juventude e não te lembrarás mais do vitupério da tua contínua viuvez.” — Isaías 54:2-4.

    10 Fala-se aqui a Jerusalém como uma esposa e mãe morando em tendas, como Sara. Quando é abençoada com uma família crescente, é tempo de tal mãe providenciar a expansão de seu lar. Ela precisa estender lonas e cordões mais compridos e fixar as estacas da tenda nas suas novas posições. Isso é um serviço alegre para ela e, num período tão atarefado, talvez se esqueça facilmente dos anos em que se perguntava ansiosamente se algum dia teria filhos para dar continuidade à linhagem da família.

    11 A Jerusalém terrestre foi abençoada com tal período de renovação após o exílio babilônico. A “Jerusalém de cima” tem sido ainda mais abençoada. Especialmente desde 1919, os de sua “descendência” ungida têm florescido em sua recém-restaurada condição espiritual. (Isaías 61:4; 66:8) Eles ‘tomaram posse de nações’ no sentido de que se espalharam em muitos países à procura dos dispostos a se juntar à sua família espiritual. Com isso, ocorreu um aumento explosivo no ajuntamento dos filhos ungidos. Seu número final de 144.000 parecia estar completo em meados dos anos 30. (Revelação [Apocalipse]14:3) Naquela época, o objetivo primário da pregação deixou de ser o ajuntamento dos ungidos. Ainda assim, a expansão não se restringiu aos ungidos.

    12 O próprio Jesus predisse que, além de seu “pequeno rebanho” de irmãos ungidos, ele teria “outras ovelhas” que teriam de ser trazidas ao aprisco de cristãos verdadeiros. (Lucas 12:32; João 10:16) Embora não estejam entre os filhos ungidos da “Jerusalém de cima”, esses fiéis companheiros dos ungidos cumprem um papel importante e há muito profetizado. (Zacarias 8:23) Desde os anos 30 até hoje, uma “grande multidão” deles tem sido ajuntada, resultando numa expansão sem precedentes da congregação cristã. (Revelação 7:9, 10) Hoje essa grande multidão chega a milhões. Toda essa expansão tem criado uma necessidade urgente de mais Salões do Reino, Salões de Assembléias e prédios de filiais e congêneres. As palavras de Isaías parecem ainda mais oportunas. Que privilégio é fazer parte dessa predita expansão!

    Fonte: Livro Profecias de Isaías, volume II, página 219-223.
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Re: Falácias do livro "Biblia Ensina"

Nova mensagempor miguel arcanjo em 07 Abr 2012 22:07

http://www.mentesbereanas.org/multidaoserveadeus.htm

Amigo,
Você realmente está a par das matérias e pesquisas sobre este tema?
Porque você acaba de ser um espelho unilateral, parcial, doutrinário e dogmático da Watchtower.


"Desde os anos 30 até hoje, uma “grande multidão” deles tem sido ajuntada, resultando numa expansão sem precedentes da congregação cristã. (Revelação 7:9, 10) Hoje essa grande multidão chega a milhões. Toda essa expansão tem criado uma necessidade urgente de mais Salões do Reino, Salões de Assembléias e prédios de filiais e congêneres. As palavras de Isaías parecem ainda mais oportunas. Que privilégio é fazer parte dessa predita expansão!"

Minha pergunta é:
ONDE SERVE A GRANDE MULTIDÃO?
[center]

A TRADUÇÃO INTERLINEAR DO REINO DAS ESCRITURAS GREGAS (PUBLICADA PELA WATCHTOWER 1985)
USA O TERMO GREGO "NAÓS", TRADUZIDO "HABITAÇÃO DIVINA"
[/center]

Bíblia ensina que os cristãos devem adorar a Deus “com espírito e verdade” (João 4:24) Ela indica também que a busca da verdade deve ser um processo constante, contínuo, que nunca termina no decorrer da vida do crente. Jesus ensinou seus seguidores a ‘persistir em pedir,... persistir em buscar, ... persistir em bater.’ (Mateus 7:7, Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas) Paulo escreveu em 1 Tessalonicenses 5:21 que nos deveríamos ‘certificar de todas as coisas; apegando-nos ao que é excelente.’ João nos incentiva a ‘provar as expressões inspiradas para ver se se originam de Deus’ (1 João 4:1) E os bereanos foram elogiados em Atos 17:11 porque ‘examinavam cuidadosamente as Escrituras, cada dia, quanto a se [as coisas ditas por Paulo e Silas] eram assim.’
Infelizmente, muitos confundem a fé cristã com a aceitação sem questionamento das idéias ensinadas pela organização religiosa à qual pertencem. Esta posição tem sido até mesmo louvada por líderes religiosos como sendo a atitude apropriada. Por exemplo, em 1541, “Santo” Inácio de Loiola, fundador da ordem religiosa católica romana conhecida como Jesuítas, escreveu na obra Exercitia spiritualia (Exercícios Espirituais):

Devemos estar sempre dispostos a acreditar que aquilo que nos parece ser branco é na verdade preto, se a hierarquia da Igreja assim o decidir.

A posse da genuína fé cristã, todavia, não significa chegar a um ponto na vida em que você não mais questiona a validade de seus conceitos religiosos atuais. Ela é, em vez disso, uma convicção interior de que, não importa quantas perguntas surjam, não importa quanto ‘busquemos’, ‘batamos’, ‘provemos’ e ‘examinemos’, a base essencial de nossa fé será sempre fortalecida, nunca enfraquecida. (Compare com Hebreus 11:1 na Tradução do Novo Mundo onde a fé é definida como “a expectativa certa de coisas esperadas.” [Ênfase acrescentada.])
Ao passo que este tratado aborda partes da Bíblia que são usualmente entendidas como tendo relação com a questão de onde a humanidade remida usufruirá sua recompensa eterna, não se pretende estabelecer a resposta a esta questão de maneira definitiva. Em vez disso, a discussão se limita estritamente ao aspecto da localização da “grande multidão” descrita em Revelação 7:9-17, que pode ou não ter relevância no futuro da terra, dentro do grande plano de Deus para a bênção dos fiéis. O objetivo primário da matéria que segue é, portanto, examinar os métodos de interpretação bíblica usados pela organização Torre de Vigia em suas explicações destes textos, dando ao leitor uma oportunidade de determinar se estas explicações estão de acordo com os princípios de erudição bíblica sólida e honesta.
Cremos que esta informação será de ajuda para aqueles que não fecharem a mente diante deste assunto, reconhecendo sua obrigação cristã de “persistir em buscar”.

Pagina 1080 da publicação da Torre de Vigia intitulada Tradução Interlinear do Reino das Escrituras Gregas (edição de 1985 em inglês). Observe a palavra destacada naós (no caso, naó, pois está no dativo) traduzida pela expressão “habitação divina” na tradução literal de Revelação 7:15. É neste local que a Bíblia ensina que a “grande multidão” serve a Deus.

(Nota ao Leitor: No grego bíblico, as terminações dos substantivos, mudam de acordo com o caso. Um substantivo masculino singular da segunda declinação pode aparecer com as terminações -os, -on, -o, -on, ou -e, conforme ele esteja nos casos nominativo, genitivo, dativo, acusativo e vocativo, respectivamente. Em Revelação 7:15, naós está no caso dativo [expressando localização], aparecendo dessa maneira como naó. Porém, a forma nominativa geral desta palavra é naós.)

PROSSEGUIR NO FOLHETO "GRANDE MULTIDÃO"

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Será que existe ainda dúvidas, ou você vai aguardar "os novos lampejos multicoloridos" do Corpo Governante da Watchtower, talvez ainda seja revelado em um novo livro, talvez PROFECIAS DE ISAÍAS VOLUME 999......... :tapado8:
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Re: Falácias do livro "Biblia Ensina"

Nova mensagempor miguel arcanjo em 07 Abr 2012 22:24

http://www.mentesbereanas.org/144.htm

Talvez lendo a matéria acima, surjam dúvidas ao número 144.000

Quantos Vão Para o Céu?



A Torre de Vigia ensina às Testemunhas de Jeová que apenas 144.000 cristãos irão para o céu (Apocalipse 7:4-8; 14:1). Esses cristãos foram escolhidos desde o primeiro século, e até 2007 ensinava-se que essa escolha terminou “oficialmente” em 1935. Todos os que têm essa esperança hoje em dia devem ser obrigatoriamente Testemunhas de Jeová. Antes a Torre de Vigia mantinha um relatório mundial do número destes, mas agora esta prática foi descontinuada.
As páginas das Escrituras Gregas (Novo Testamento) indicam que no primeiro século já havia milhares de cristãos. Por exemplo, a Bíblia relata que em um só dia, na festividade de Pentecostes de 33 E.C., 3.000 pessoas foram batizadas como cristãos. (Atos 2:41) Será, então, que em todos os 1.900 anos seguintes só existiram uns 100.000 cristãos genuínos? Note-se que, segundo esse texto de Atos só foi preciso um dia para que se alcançasse 3% de 100.000 (ou seja, três mil pessoas). Imagine o quanto os cristãos fizeram para disseminar a sua fé nas décadas seguintes. De fato, segundo a Bíblia, “as congregações continuavam deveras a ser firmadas na fé e a aumentar em número, dia a dia.” (Atos 16:5). Certamente isso resultou num grande crescimento, e, paradoxalmente, a Torre de Vigia menciona esse fato em suas publicações. Um dos textos prediletos é aquele que diz que as boas novas foram pregadas “em toda a criação debaixo do céu.” – Colossenses 1:3.
Mas como deve ter sido o crescimento do número de cristãos ao longo do tempo? Compare com o próprio exemplo de crescimento das Testemunhas de Jeová (na época que eram chamadas de Estudantes da Bíblia). Entre 1900 e 1941 o número de Testemunhas saltou de umas 2.600 para cerca de 100.000. Ou seja, em menos de 50 anos a Torre de Vigia atingiu o que teria sido a cifra de 1900 anos de Cristianismo! E isso numa época em que o crescimento era tímido, pouco abrangente e não havia a escola de missionários. Então isso leva a crer que ao longo dos séculos pode ter havido milhões de cristãos genuínos.
Evidentemente qualquer historiador sabe que desde o primeiro século bilhões de indivíduos realmente professaram o Cristianismo. Mas as Testemunhas de Jeová acham que quase todos eles eram falsos cristãos, e são descartados por Deus. Se esse é o ponto de vista correto, teria havido apenas uns 10.000 cristãos verdadeiros em 1900 anos?
Dos que professam o Cristianismo neste século 21, aproximadamente 0,2 % é composto por Testemunhas de Jeová, e elas se consideram os únicos cristãos aprovados do mundo. Mas durante os séculos passados, quantos foram os cristãos aprovados por Deus? Consideremos que tenham existido 400 milhões de cristãos professos em toda a História (sabe-se que foi mais). Agora utilizemos o índice das Testemunhas de Jeová, e calculemos 0,2% desses 400 milhões:
400 milhões x 0,2% = 800.000
Então, seriam 800.000 cristãos verdadeiros em cerca de 1900 anos, e não apenas 144.000. Note que esse é um cálculo conservador, utilizado somente para se encaixar com a realidade da Torre de Vigia. O número correto deve ser bem superior a isso.
Além do mais, se no primeiro século os cristãos se multiplicaram numa proporção semelhante ao desempenho da Torre de Vigia em seus primeiros 50 anos, nem foi preciso adentrar no segundo século em diante para que esses 800.000 se tornassem cristãos. Isso porque esse hipotético índice de 0,2 % não seria constante ao longo do tempo. No primeiro século, à luz do entendimento da Torre de Vigia, esse índice chegava perto dos 100%, e foi diminuindo à medida que a apostasia avançava, porém nunca foi zero. Utilizando-se o índice “real” de todos os séculos é bem possível que tenha havido pelo menos 1 milhão de cristãos verdadeiros em todo o período histórico até o século 19.
Note que a Torre de Vigia realmente acredita que em todos os séculos da “Era Comum” sempre existiram cristãos fiéis, mesmo que eles tivessem alguma mancha de ensinos errados em sua adoração (A Torre diz que ela mesma era uma dessas religiões manchadas, mas afirma que hoje foi “purificada” depois de 1919). A Torre de Vigia só não diz quantos foram esses cristãos verdadeiros da “Era Comum” (d.C.). No entanto, quem já leu os relatos dela sobre esses cristãos do passado percebe que não foi pouca gente. Considerando apenas os socinianos, os valdenses e os membros da Igreja Reformada Menor, já se alcança uma população enorme. Todos os integrantes desses grupos religiosos são considerados pela Torre de Vigia como candidatos a cristãos verdadeiros, conforme dão a entender os muitos artigos favoráveis que ela já escreveu sobre eles em suas publicações.
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