O Estado de Israel : Sociedade, Ciência & Política
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O Estado de Israel

Fatos da atualidade e do passado que contam as conquistas sociais, tecnológicas e as lutas constantes para uma sociedade mais justa e solidária.

O Estado de Israel

Nova mensagempor Rafael Goular em 01 Dez 2010 15:28

"CONFLITO ÁRABES X JUDEUS".

Uma explicação simples e atual do conflito Árabe e Israelense e suas razões, segundo a Bíblia Cristã.

A Bíblia nos dá a informação de que antes do Dilúvio, Noé tinha três filhos, Can, Sem e Jafé (casados).
A Arca, após as águas, engastalhou no cume do monte Ararat, situado na fronteira da Armênia com a Turquia, ao norte do hoje Israel, Síria e Líbano.
Pouco tempo depois desse castigo divino que eliminou toda a humanidade e outros seres vivos, CAN viu NOÉ bêbado. Rindo do pai por estar naquele estado, chamou seus irmãos, que mais comedidos, envolveram-no numa manta e o recolheram.
Quando este sarou, SEM e JAFÉ contaram-lhe que CAN divertiu-se vendo-o embriagado.
NOÉ castigou a CAN, amaldiçoando para todo o sempre a CANAÃ, SEU NETO, filho deste último, e toda a sua posteridade.
Depois, cumprindo um preceito bíblico cada filho e família tomou uma direção e partiram para outros lugares, pois tinham que repovoar a Terra.
CANAÃ e sua geração habitaram então, a região onde é hoje, Israel.

Daí o nome...terra de Canaã e cananeus, seus habitantes.

Os outros filhos de CAN foram Cuxe, Mizrain e Pute. De Mizrain vieram os Caslueus, que originaram os Filisteus, homens de grande estatura (Golias), daí filistinos ( depois palestinos ) oriundos principalmente da Ilha de Creta que se fixaram também em Canaã.

Passadas oito gerações da descendência de SEM, (daí = SEMITAS = JUDEUS)- (Sem, Arfaxad, Sale, Heber, Faleg, Réu, Sarug, Nacor, Tare e Abrão) ABRÃO que morava em UR, na Caldéia, (hoje meio sul do Iraque, quase fronteira deste com o Kwait, mais ou menos onde é Basra hoje), a pedido de DEUS, saiu de lá com a família e se mudou quase mil quilômetros ao noroeste, para Haran (hoje Turquia).

ATENÇÃO: O Abrão, para cristãos e judeus, tem uma história.
Para os muçulmanos é o mesmo Abrão, porém com uma história pessoal muito diferente do que nós, cristãos, o conhecemos.
Por ser uma QUESTÃO DE FÉ para Cristãos e Judeus crer nos relatos da BÍBLIA, assim também o é para os Muçulmanos, crer nos relatos do ALCORÃO.
Claro, não discutiremos aqui quem tem razão ou não, ou em qual livro contém a verdade, Bíblia Cristã, Toráh ou Alcorão.
Apenas esclarecemos que nos baseamos na Bíblia Cristã; e sobre Abrão, de forma muito condensada.

Morou Abrão em Haran e anos após, DEUS ordenou a Abrão e Sarai, sua esposa que se mudassem para Canaã. Nesta terra foram muito bem recebidos.
Abrão residiu na costa do Mar Morto e Lot, seu sobrinho, filho de seu irmão Arão, morava em Sodoma ( Canaã também).
Abrão prosperou e se tornou um homem rico.

Na época, recebeu de DEUS a promessa que teria filhos e que toda aquela terra onde habitava seria sua (terra que pertencia à descendência do amaldiçoado Canaã, os Cananeus e parte dela, aos filisteus) e até mais onde podia sua vista alcançar. Tudo seria dos seus descendentes e estes, seriam incontáveis, como as estrelas do céu.
DEUS mudou o nome de Sarai para SARA.

Quatorze anos após, Sara que já achava que a promessa de Deus não se cumpriria, pediu a Abrão que se deitasse com AGAR, uma de suas escravas (Egípcia) e este teve com ela um filho que se chamou ISMAEL.
De ISMAEL originou-se o povo ÁRABE.

Treze anos depois, SARA deu um filho a Abrão, que se chamou ISAAC.
De ISAAC originou-se o povo JUDEU.

DEUS também prometeu a AGAR (quando ela e Ismael foram expulsos da casa de Abrão) que a descendência dela, ISMAEL e gerações após, seriam uma grande nação e incontáveis como as estrelas do céu.

DEUS pediu a Abrão que sacrificasse a ELE o seu primogênito. Abrão obedeceu e ia sacrificá-lo (Os cristãos e judeus afirmam que Abrão levou Isaac, os muçulmanos afirmam que ele levou Ismael, que era o primeiro (primogênito então) filho de Abrão.
DEUS impediu o sacrifício, e nessa ocasião, fez a promessa a Abrão e mudou seu nome de Abrão para ABRAÃO. Pediu-lhe que circucindasse todos os seus varões.
(O povo judeu faz isso até hoje mas os cristãos mudaram essa obrigação em um primeiro pretenso Concílio, " Concílio de Jerusalém" mais ou menos no ano 49 DC, quando se reuniram os seus principais líderes e fizeram uma "consulta" ao Espírito Santo, que desobrigou então os cristãos, dessa prática").

De Isaac nasceu JACÓ, que o SENHOR mudou-lhe o nome, já velho, para ISRAEL.
Daí, Israel e israelitas, israelenses.

De Jacó, nasceu José, que foi vendido como escravo por seus irmãos para o Egito. Passaram-se então muitos anos e muitas coisas aconteceram, que culminaram com a ida de toda família de Jacó para o Egito, fugindo da grande seca, a mando de José.
Foi então que o povo Hebreu ficou escravo dos egípcios por 400 anos.
No Egito surgiu Moisés, que os tirou de lá e levou-os de volta à Canaã, a "terra que lhes foi por DEUS prometida", a qual foi tomada aos cananeus à força. Saul foi o primeiro rei Judeu e depois DAVI, que construiu JERUSALÉM sobre a cidade de JEBUS, erigida pelos Jebuseus, da descendência de Canaã.
(Jerusalém foi construída sobre o Monte Sião, daí o termo "SIONISTAS, SIONISMO", quando se referem aos povo judeu).

De Davi nasceu SALOMÃO, que construiu o TEMPLO, sonhado por Davi.

O TEMPLO construído por Salomão foi destruído por Nabucodonosor (Assírios em 586 AC).
O segundo TEMPLO, construído no mesmo local 70 anos depois, foi destruído pelos romanos 70 DC, por Tito, a mando do Imperador Vespasiano ( o MURO DAS LAMENTAÇÕES, o qual sempre vemos pela TV é uma parte que sobrou deste TEMPLO).
Antes de Tito invadir Jerusalém, arrasá-la e destruir o templo, manteve-a cercada por longo tempo. Calcula-se que tenham morrido no cerco de fome e sede, e na batalha final, cerca de 1.100.000 judeus.
A resistência judia continuou com a epopéia de Massada 73 DC., onde cerca de 1000 judeus, entre homens, mulheres e crianças resistiram aos romanos por mais de um ano. (todos eles se suicidaram para não cair nas mãos do inimigo).
Ainda assim, os judeus continuaram na região.
Em 130 DC, o Imperador Adriano visando a desjudeização da Judéia, muda o nome de Jerusalém para AÉLIA CAPITOLINA, o da Judéia para SÍRIA PALESTINA e dá início à reconstrução de Jerusalem implantando nela sua cultura, "modus-vivendi" e religião (culto a Júpiter), e proíbe os judeus de lerem o Toráh e de se circuncindar.
Nesta época surge um lider judeu chamado Simão Bar Kosiva ou
Simão Bar Kokhba ou Bar Kochba que consegue agregar os judeus, luta com os romanos e retoma Jerusalém (134/135 DC).
O Imperador Adriano manda as legiões romanas combatê-lo sob o comando de Sexto Julio Severo que retoma a cidade de Jerusalém, destroi dezenas de cidades e vilas, e invade a cidade de Betar, onde Simão Bar Kokhba é morto e os soldados romanos matam cerca de 600.000 judeus. Aqueles que não foram mortos, fugiram; os que sobreviveram e ficaram, foram feitos escravos e levados para longe (136 DC)
Para completar a desjudeização, o Imperador proíbe qualquer judeu de voltar a ex-Judéia, o que se deu até a queda de Roma.
Assim então, a GRANDE DIÁSPORA, que foi a dispersão dos judeus pelo mundo iniciou-se com a queda de Jerusalém e a destruição do Templo em 70 DC., e se conclui em 136 DC.
Canaã e Jerusalém foram então novamente ocupadas pelos romanos, Cananeus e filisteus (filistinos=palestinos).

Em 470 DC, Roma caiu, derrotada pelos germânicos. Os árabes puderam então assumir o controle de fato de toda região.

Falemos de ISMAEL, filho de Abraão e AGAR, cujas gerações ocuparam todas as areias de todos os desertos da região.

Segundo o Alcorão, Abraão foi visitar Ismael onde ele morava, hoje Arábia Saudita, e os dois, Abraão e Ismael, deram início à construção
do templo de Meca.
Da descendência de Ismael, em 570 DC, nasceu MAOMÉ, que com fogo gravou seus ensinamentos na nação árabe ( Dele nasceu o ISLÃ, ou ISLAMISMO) de tal forma vertiginosa, que se espalhou pela árábia, norte da África e sub-saariana, Bálcãs( Macedônia, Montenegro, Geórgia), Pérsia (hoje Irã), Afganistão, Paquistão, parte da India, desceu pela costa oriental africana até a Malásia e Indonésia = (hoje é a maior população muçulmana do mundo com 200 milhões de habitantes).
Os árabes construíram então, uma imponente e grandiosa MESQUITA muçulmana, a MESQUITA AL-AQSA com uma grande cúpula prateada, que fica próximo da CÚPULA DA ROCHA, que é aquela enorme cúpula cor de ouro que sempre se destaca em qualquer imagem da cidade de Jerusalém, JUSTAMENTE SOBRE O LUGAR ONDE ESTAVAM EDIFICADOS OS TEMPLOS JUDEUS DESTRUÍDOS (vide início deste relato).

JERUSALEM então, desde 130 DC até o ano de 1947, praticamente 1807 anos, foi totalmente árabe, apesar de muitos judeus terem voltado a morar naquela região.

Embora os cristãos (CRUZADOS) terem ocupado e tomado Jerusalém em 1099, os judeus só voltaram a ocupar de fato e de direito (pela força) a "terra prometida", quando a ONU em 1948, com a ajuda dos aliados ( USA, INGLATERRA de certa forma, e FRANÇA, cristãos) e judeus, grande parte deles sobreviventes do holocausto, formaram juridicamente e pela força (expulsando os árabes palestinos), o ESTADO DE ISRAEL.

OBSERVEM QUE A TOMADA DE JERUSALÉM EM 1099 PELOS CRUZADOS, TEVE CUNHO EXCLUSIVAMENTE RELIGIOSO, COMO TAMBÉM, A CRIAÇÃO DO ESTADO DE ISRAEL, EM 1948, IGUALMENTE POSSUI UM ASPECTO RELIGIOSO, POIS AS GRANDE POTENCIAS DA SEGUNDA GRANDE GUERRA, EUA, INGLATERRA E FRANÇA, ERAM E SÃO CRISTÃS.

(Pensem... O homem branco chegou ao Brasil em 1500 e o “tomou dos índios”. Suponhamos que, depois de 1800 anos de dominação branca, (507 anos da existência do Brasil até hoje, mais 1300 de futuro), algumas potências estrangeiras, com maior força que nós, nos impusessem devolver o Brasil aos seus antigos donos, os índios.
Foi o que aconteceu com Jerusalém. Isso foi feito com os árabes que dominaram Jerusalém por um período ininterrupto de 1807 anos, quando as potências ocidentais deram razão aos judeus e resolveram corrigir essa distorção pela força, por serem cristãos e também, é óbvio, pelos horríveis sofrimentos inflingidos ao povo judeu (sem pátria) pelos alemãos no Holocausto. ( Na época da Segunda Guerra Mundial, Israel não existia).

Dessa ocupação pela força ( QUE CONVENHAMOS, POR BEM OS JUDEUS NÃO ESTARIAM LÁ) é que realçou realmente o ódio entre judeus e árabes. (primos, e ambos descentes de Abraão).

Depois da criação do Estado de Israel, os árabes e judeus sempre estiveram em estado de guerra.
Mas, para bom entendimento, podemos realçar: a primeira grande batalha, 1948/1949, a segunda, conhecida como “Guerra de Suez” (1956), a terceira, “Guerra dos Seis Dias, (1967)” e a quarta “Yom Kippur” (1973).
Atualmente, infelizmente, há pouca tolerância dos árabes muçulmanos naquela região, a qualquer outra religião, inclusive ao Cristianismo.
A permissão para a prática religiosa do cristianismo em países árabes é simplesmente restrita.
Há árabes trabalhando em Israel, (cerca de 30% da população de Israel é de origem árabe) mas praticamente não há judeu algum morando em país árabe.
O Islã, segue a Bíblia do Velho Testamento com fortes interpretações diferentes que não vamos comentar, dada a extensão do assunto. Crêem em JESUS, mas como profeta, não como FILHO DE DEUS e DEUS, e nem que ELE morreu na cruz para nos salvar, como creem os cristãos.
Também não creem no Espírito Santo.
“Os judeus também não creem que Jesus foi o Messias. Para eles, o Messias ainda virá. Eles não creem que Jesus fosse "o Filho de Deus" e também DEUS, como os cristãos o creem.
É bom lembrar a todos, que o muçulmano venera a MAOMÉ COMO PROFETA, e como HOMEM, NÃO COMO DEUS.
O DEUS dos muçulmanos é o nosso DEUS mesmo, que em árabe se chama ALLÁH, assim como em inglês, se chama GOD.

Cumpre também salientar, que Abraão, para cristãos e judeus, era judeu.
Mas para os Muçulmanos, Abraão era muçulmano.
(Nenrod, era o rei dos Assírios, quando Abraão ainda vivia na terra de UR. O Alcorão conta uma epopéia muito bonita de Abrão x Nenrod, quando Abraão, em sua presença, para provar o poder de DEUS (ALLÁH), ressuscitou um pássaro esquartejado.

CURIOSIDADES:
O Islã se nos apresenta com costumes singulares.
Permitem o casamento do homem com mais de uma mulher.
Se uma mulher cometer adultério, morre apedrejada.
O Alcorão proíbe a cobrança de juros por empréstimo de dinheiro.
É aceito que os homens podem chicotear as mulheres se acharem que elas fizeram algo errado. (Recentemente na Espanha, houve uma polêmica muito grande porque um Pregador Muçulmano defendeu essa prática numa rede de Televisão.)
As mulheres são obrigadas a usarem a cabeça coberta.
É completamente proibida a venda de bebida alcoólica.
Os animais, para serem comidos, são esgotados de sangue.
Em certos países muçulmanos as mulheres têm que usar a BURCA, aquela vestimenta que as cobre por inteiro.
Há muitos países muçulmanos da África que adotam a pratica de mutilar as mulheres extirpando-lhes o clitóris, para que não sintam prazer sexual.

VAMOS ANALISAR A PROMESSA DE DEUS A ABRAÃO E SEUS DESCENDENTES ( judeus e árabes)

O quê, a descendência de ISAAC (judeu) ( 2º filho de Abrão) conseguiu:

Os Judeus do mundo todo são calculados hoje em 30 milhões de pessoas, 7 milhões em Israel e o restante espalhados pela terra.
São cerca de 30 milhões de judeus professando a fé judaica, portanto.

Têm como própria, a pátria de ISRAEL, que é uma faixa de terra com mais ou menos 80 nosso ministério do reino de largura por 200 nosso ministério do reino de comprimento.

Com a ajuda dos Estados Unidos e de judeus de todas as partes do mundo, Israel é um país super desenvolvido e possui um espetacular e eficaz poderio militar que se moderniza por si próprio dia a dia. Sua indústria bélica produz excelentes aviões de caça, moderníssimos carros e tanques e dominam completamente a tecnologia de lançamentos de foguetes ao espaço. Fizeram nove lançamentos de satélites com 100% de tecnologia própria. Apesar de não terem feito nenhum teste nuclear, crê-se que, por sua excepcional tecnologia eles tenham tais artefatos incluídos entre suas armas.
Não há judeu analfabeto.
Todos possuem um excelente nível de vida.

ISMAEL (árabe) ( 1º filho de Abrão) conseguiu:

Há cerca de 280 milhões de árabes espalhados pela terra, sendo que 200 milhões vivem em seus territórios, Arábia Saudita, Iraque, Jordânia, Síria, Turquia, Egito, Líbia, Sudão, Argélia, Marrocos, Emirados Árabes.
Essa área é maior do que o Brasil.
Os muçulmanos do mundo todo, árabes e não árabes, hoje são calculados em 1,0 bilhão de pessoas espalhadas por toda a terra ( não só árabes, mas de todas as raças). É a crença que mais cresce no mundo. Diz-se que a França dentro de 60 anos, será de maioria muçulmana.
A maioria dos países árabes são subdesenvolvidos, com elevado índice de analfabetismo.
Alguns desses países são os maiores produtores de petróleo do mundo (Arábia Saudita, Iraque, Kwait, Emirados Árabes) ( O Irã não é país árabe, como muitos pensam, apesar de ser muçulmano).

Em resumo:
Israel tem 7 milhões de habitantes judeus, cercados por 200 milhões de pessoas que lhes são extremamente hostis.
(Não há também como negar, porém, que os árabes tem 300 milhões de norte americanos, a maior potência militar do mundo, que lhes são também tremendamente hostis, lhes vigiando.)
Mas, há no mundo todo, cerca de 23 milhões de judeus, morando fora de Israel.
Israel é um país que tem uma extensão territorial de 80 x 200 nosso ministério do reino.
Os muçulmanos árabes têm 100 vezes mais do que isso.
Os muçulmanos têm então 95% da herança de Abraão; os judeus 5%.
É claro que os descentes de ISMAEL foram extremamente melhor sucedidos ante à PROMESSA DIVINA.

ENTÃO, ANTE TAL SUCESSO, NÃO PODERIAM VIVER EM PAZ?

Poderiam sim.
Deveriam assinar uma paz definitiva com seus primos judeus, ficando cada qual com seu território e os países árabes absorvendo os palestinos.

ENTÃO POR QUE A PAZ NÃO ACONTECE?

A paz tão sonhada não é possível, porque os xiítas judeus e os xiítas muçulmanos raciocinam pelo Velho Testamento.

Xiíta é aquele crente, fundamentalista, que segue o TORÁH (judeus) ou o AlCORÃO (árabes)firmemente, em todos os seus acentos, vírgulas e pontos.
O xiíta é irascível, não usa o bom senso, não tem ternura em seu coração, é intolerante, sempre quer ter razão e não ouve ninguém.
Quer que, a todo custo, sua verdade seja a verdade, ainda que por meio da violência.
O JUDEU XIÍTA, luta para que se cumpra a PALAVRA DE DEUS, de que recuperar TODA CANAÃ faz parte de sua obrigação com o SENHOR.
Eu lhes atribuo o mesmo raciocínio que atribuí ao xiítas muçulmanos.

Muitos CRISTÃOS lhes dão razão nessa missão, porque assim também entendem ser ensinamento e missão divina. (há americanos não judeus que pensam assim).

O XIÍTA MUÇULMANO, crê na GRANDE BATALHA, onde todos aqueles que não são muçulmanos serão um dia, derrotados.
O mundo então, será ISLÂMICO, por profecia divina.

Os judeus, por outro lado, não devoverão jamais Jerusalém aos árabes e jamais a dividirão com eles, pois esta lhes é, a sua jóia preciosa, o próprio coração de Israel, seu tesouro maior depois de sua religião. Lembro a todos que estes haverão ainda que construir novamente o TEMPLO, o TERCEIRO TEMPLO. E isso trará graves consequências.

POR ESTAS RAZÕES, PENSO QUE A PAZ NAQUELA REGIÃO SEJA COMPLETAMENTE IMPOSSÍVEL.

Somente DEUS poderá, por milagre, por fim a tal conflito.


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