Já levou alguma surra por pregar ou por não querer pregar? : Depoimentos - Page 3
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Já levou alguma surra por pregar ou por não querer pregar?

Depoimentos de ex-testemunhas de Jeová, cartas de dissociação e depoimentos sobre a vida pós Torre de Vigia. Aqui fala mais alto a sinceridade, o sentimento e muitas vezes os relatos nos impressionam pela falta de algo que mais as Testemunhas de Jeová dizem praticar: o amor ao próximo!
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Re: Já levou alguma surra por pregar ou por não querer pregar?

Nova mensagempor Sra. Burbank em 24 Jul 2016 10:23

Já levei alguns tapas e até meses atrás a pressão psicológica era grande (isso pq tenho quase 30 anos).
Mas meu irmão mais velho apanhou o enquanto criança não é brincadeira, os berros dele apanhando no banheiro chegava a atrapalhar a reunião! :9
Não é à toa que ele deixou de ir às reuniões aos 14 anos e nunca se batizou. É uma pena ele, até hoje, achar que as tjs são a religião verdadeira. :ruim7:
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Re: Já levou alguma surra por pregar ou por não querer pregar?

Nova mensagempor Kaarlo Luhtanen em 27 Out 2016 15:03

Sra. Burbank escreveu:Já levei alguns tapas e até meses atrás a pressão psicológica era grande (isso pq tenho quase 30 anos).
Mas meu irmão mais velho apanhou o enquanto criança não é brincadeira, os berros dele apanhando no banheiro chegava a atrapalhar a reunião! :9
Não é à toa que ele deixou de ir às reuniões aos 14 anos e nunca se batizou. É uma pena ele, até hoje, achar que as tjs são a religião verdadeira. :ruim7:

Nossa, uma pena mesmo que apesar de tudo isso ele ainda acha que é verdadeira, uma religião/seita/organização em que os membros querer obrigar seus filhos a seguir de baixo de surra. Na verdade acho que religião nenhuma devia ter pais tentando obrigar seus filhos a segui-lá, pois sei muito bem que isso não acontece só na Torra, mas em muitas outras também.
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Re: Já levou alguma surra por pregar ou por não querer pregar?

Nova mensagempor Cappuccina em 10 Fev 2017 23:58

Vamos lá: surras!

Quando era pequena, eu corria no estacionamento. Quando eu caí e me ralei na rua, eu apanhei. Eu era atentadinha. -q

Pra ir pro salão, nunca. Mas pra pregar eu já. Apenas uma vez. Ano passado, velho... Meeeeu chapéu...

Eu não me sentia bem e levei umas boas chineladas. Eu passei aquele domingo inteiro dormindo, e mãe só importou no dia seguinte, quando foi descoberto meus problemas de joelho. Olhei-a com uma cara de "aí, e você queredo me fazer andar".

Hoje ela volta a ignorar minhas dores. Quando ela faz isso e me força a ir ao campo, é o mesmo que levar uma surra. A dor é só um pouco pior. Depois ela ai da reclama quando chegava a passar mal de dor na rua, pedindo pra sentar em qualquer canto e pedir carona pra casa.

Hoje, com 17 anos, ainda apanho. E por causa de discussões, ainda mais quando a deixo sem resposta. Detalhe: TODAS as discussões que temos é por causa da organização. NUNCA por outro motivo.

Quando falo de surras, é aquelas de levar umas boas chineladas, mais de 10. Beliscões sempre tiveram. Ou era por eu levantar demais pra beber água, por ficar conversando, por rir de algo, por ter uma dúvida comprometedora (na época eu perguntava na mais pura inocência, teve uma vez que perguntei "o que é programa erótico?"), por eu simplesmente não ver um irmão e cumprimentar, sério, eu não via mesmo. Às vezes até hoje isso acontece. Também por não querer comentar, por demorar no banheiro, às vezes por dormir, por estar avoada e não prestar atenção, por chorar por causa do beliscão...

Por tudo.

Surras verbais e psicológicas... São diárias.
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Re: Já levou alguma surra por pregar ou por não querer pregar?

Nova mensagempor Cappuccina em 11 Fev 2017 00:29

croger escreveu:Mas sei de um caso na minha congregação em que a mãe é tão doida, mas tão doida que ela tirou até o celular da filha pra não se envolver "em conduta errada".

Quando não é surra, é celular tomado, notebook confiscado e controles do PS4 escondidos.

Teve uma vez que perdi um trabalho por ter o celular tomado, no final do ano passado. Foi um infeeeerno pra resolver.

E eu tremo MUITO quando isso acontece. Pior que surra mesmo. Pois morro de medo de insistirem a senha. Eu não posso conversar com ninguém, sempre acham que estou jogando.

Quase fui expulsa de casa quando descobriram meu Twitter no celular, uma conversa sobre sexualidade com um garoto e viram uma foto duma garota de lingerie com os seios pra fora, em 2014. Mãe chega jogou as roupas na minha cara, ameaçando a eu sair de casa, até quase fazendo isso, me empurrando pra fora. Lembro que quando chorei alto, ela deu um tapão inverso que era pra ser na boca, mas voou na testa. Ela tava com um anel e cortou. Ela não queria que ninguém me ouvisse pra ela não ter que lidar com polícia baixando aqui em casa. Meu pai não fez merda nenhuma. Só reagiu quando perguntou sobre minha sexualidade.

Óbvio que ela abafou pra ninguém saber, ela sempre quis manter seu status de exemplo. Se não ela perdia na hora o cargo de pioneira auxiliar na época, e meu pai, meu irmão e eu, todos os escravilégios. Ainda podia ser desassociada.

De longe é o pior trauma psicológico que carrego. Eu tremo muito só de ela falar "me dá seu celular", mesmo que seja com outra pessoa. Eu praticamente fui torturada emocionalmente naquele dia. Era 01:10 da manhã, na madrugada de 9 de Setembro de 2014.

Hoje se verem as conversas, algumas fotos e o fórum... Já é mais que o sufuciente pra quererem me matar.
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Re: Já levou alguma surra por pregar ou por não querer pregar?

Nova mensagempor RenatoHC12 em 10 Ago 2017 15:18

Lembro de uma história bem engraçada da minha infância, em que era obrigado a ir ao campo com minha mãe e era no período da Copa de 2002 onde os jogos eram pela manhã.
Falei para ela que queria ficar em casa para assistir um jogo e ela soltou a perola:
E se o Armagedom acontecer no meio do jogo, você em casa e sua mãe no campo? o que você vai diser a Jeová???

Resultado:
Tomei meu banho, fui ao campo e perdi o jogo.

E o armagedom... nada.
Já fiz tanta coisa que nem me lembro
Do que eu era contra ou fui a favor
O que me dava prazer, hoje só me dá dor
Nunca aprendi o que é o amor

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Re: Já levou alguma surra por pregar ou por não querer pregar?

Nova mensagempor Lehh em 10 Ago 2017 15:23

Sim, eu já levei surra de familiares por isso.
"Pensei o quanto desconfortável é ser trancado do lado de fora; e pensei o quanto é pior, talvez, ser trancado no lado de dentro"-
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Re: Já levou alguma surra por pregar ou por não querer pregar?

Nova mensagempor Residente Temporario em 11 Ago 2017 14:46

Já apanhei para ir ao campo e para ir na reunião também.

Muitas e muitas vezes apanhei durante as reuniões, minha mãe me levava no banheiro, me batia e depois mandada eu voltar "fazendo cara bonita" e "engolindo o choro".
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Re: Já levou alguma surra por pregar ou por não querer pregar?

Nova mensagempor Residente Temporario em 11 Ago 2017 14:52

Já contei essa história aqui uma vez : O estudo de livro era na minha casa e eu tinha uma paixonite por uma estudante da minha mãe, eu tinha uns 6 anos nessa época.
Certo dia, durante o estudo de livro a minha mãe me deu um tapão na cara e esse tapa foi mais humilhante do que doloroso pois eu estava sentado na frente da estudante que tanto me encantava. Eu fingi que ia no banheiro e me tranquei no quarto mas minha mãe foi me buscar e fez eu assistir o resto da reunião, foi traumatizante.
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Re: Já levou alguma surra por pregar ou por não querer pregar?

Nova mensagempor Ayanakin em 13 Ago 2017 19:39

Cappuccina escreveu:
croger escreveu:Mas sei de um caso na minha congregação em que a mãe é tão doida, mas tão doida que ela tirou até o celular da filha pra não se envolver "em conduta errada".

Quando não é surra, é celular tomado, notebook confiscado e controles do PS4 escondidos.

Teve uma vez que perdi um trabalho por ter o celular tomado, no final do ano passado. Foi um infeeeerno pra resolver.

E eu tremo MUITO quando isso acontece. Pior que surra mesmo. Pois morro de medo de insistirem a senha. Eu não posso conversar com ninguém, sempre acham que estou jogando.

Quase fui expulsa de casa quando descobriram meu Twitter no celular, uma conversa sobre sexualidade com um garoto e viram uma foto duma garota de lingerie com os seios pra fora, em 2014. Mãe chega jogou as roupas na minha cara, ameaçando a eu sair de casa, até quase fazendo isso, me empurrando pra fora. Lembro que quando chorei alto, ela deu um tapão inverso que era pra ser na boca, mas voou na testa. Ela tava com um anel e cortou. Ela não queria que ninguém me ouvisse pra ela não ter que lidar com polícia baixando aqui em casa. Meu pai não fez merda nenhuma. Só reagiu quando perguntou sobre minha sexualidade.

Óbvio que ela abafou pra ninguém saber, ela sempre quis manter seu status de exemplo. Se não ela perdia na hora o cargo de pioneira auxiliar na época, e meu pai, meu irmão e eu, todos os escravilégios. Ainda podia ser desassociada.

De longe é o pior trauma psicológico que carrego. Eu tremo muito só de ela falar "me dá seu celular", mesmo que seja com outra pessoa. Eu praticamente fui torturada emocionalmente naquele dia. Era 01:10 da manhã, na madrugada de 9 de Setembro de 2014.

Hoje se verem as conversas, algumas fotos e o fórum... Já é mais que o sufuciente pra quererem me matar.


Sua mãe é a minha? Tbm tenho pavor dessa frase "me dá seu celular". Já apanhei várias e várias vezes por conta de conversas, que ao meu ver nem tinham nada demais, apenas namorico virtual kkkkkkkkkk mas já apanhei demais
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Re: Já levou alguma surra por pregar ou por não querer pregar?

Nova mensagempor timoneiro em 14 Ago 2017 12:45

Quando criança, levei muitas chineladas por não querer ir ao campo nem às reuniões. Durante as reuniões eu dormia ou ficava desenhando; levava fortes beliscões de minha mãe.
Certa vez, no domingo, saí de casa e todos foram para a reunião. Quando voltei, minha mãe estava escondida atrás da porta me esperando, levei a maior surra e depois me levou para a reunião.
Em certo domingo (em 1974), quando não queria ir ao campo, queria ir para a piscina, minha mãe me deu uma surra e me disse: E se o armagedom vier na segunda-feira?

Ainda guardo traumas de tudo isso.
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Re: Já levou alguma surra por pregar ou por não querer pregar?

Nova mensagempor KOSTA em 14 Ago 2017 13:09

Culpem a torre e não vossas mães! Amigos, vossos relatos só provam o ke todos sabemos: esta religião é uma fábrica de insensibilidade.

Simplesmente horrivel ler tudo isso. A intenção delas pode set boa mas nada justifica tanta porrada.

Por aqui bater em publico ou no salão.é mal visto. Tem fedelho nas reunioes mas kem leva surra psicologica sao os pais. Os anciaos dao sempre a dica excepto se o filho for deles. Afinal de contas um policial nunca multa a si proprio, né?
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Re: Já levou alguma surra por pregar ou por não querer pregar?

Nova mensagempor BrunoBernardes em 14 Ago 2017 13:35

Imaginar que minha filha esta crescendo nessa loucura, nesse amor a uma organização.

Em pensar que já ouvi conselho de uma mulher dizendo que levava almofada e segurava o filho sentado na almofada, sem deixar ele sair.

Imagino minha filha nessas condições de ser levada ao banheiro, simplesmente por que a mãe ou a avó quer replicar o que receberam.

Se arrependimento matasse, eu seria o homem mais morto do mundo.

Desejaria ter morrido ao ter contato com essa organização.
Quer viver? Sepulte toda a literatura, apague os jargões (visto que é um gancho psíquico), junte tudo, enterre e escreva na lápide: Aqui Jaz Sentinelas e Despertais! O passado é uma roupa que não nos serve mais. Hipócrita$ Programadore$ Linguí$tico$.
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Re: Já levou alguma surra por pregar ou por não querer pregar?

Nova mensagempor Caronte Vitalzole em 15 Ago 2017 10:59

Uma das diferenças entre eu e as Testemunhas de Jeová é que eu, enquanto era TJ, lia as publicações da Torre. Num ímpeto de ser "zeloso", eu li TODAS as edições antigas da Sentinela de 1960 em diante . Também li TODOS os anuários em português, mas isto é uma outra história...(Ah! Eu nasci em 1969, isto também é outra história mas é relevante para o entendimento do meu testemunho).
Pois bem, fora o trauma que crianças desenvolvem devido às ilustrações dos livros, há muitas outras coisas bizarras igualmente traumáticas nas publicações da seita. Uma delas é o artigo da revista "A Sentinela" 1/12/76 p. 712 intitulado: ‘Como mudas de oliveiras ao redor da minha mesa’ que conta a vida de Porfirio Caicedo, TJ de Tolima, Colômbia.

Podemos aprender muito sobre educação teocrática neste artigo:

DE ACORDO com o critério expresso no Salmo cento e vinte e oito, da Bíblia, versículos três e quatro, sou um homem muito abençoado. Diz ali: “Tua esposa será como uma videira frutífera, nas partes mais recônditas da tua casa. Teus filhos serão como mudas de oliveiras ao redor da tua mesa. Eis que assim será abençoado o varão vigoroso que teme a Jeová.”
Acontece que sou pai de dezoito filhos.
Ah betelitas...

O VALOR DA VIGILÂNCIA
Há tanta insegurança e tão pouco respeito pela pessoa dos outros, hoje em dia, que sempre me senti justificado em proteger especialmente minhas filhas. (...)
O perigo sendo menor no caso dos rapazes, eles tiveram mais liberdades do que as moças.
Machismo?

DESCANSO PARA A MINHA ALMA
Quando há uma desobediência deliberada, a vara literal, quando corretamente aplicada, produz maravilhas nos filhos.
Vara literal. Quem nunca?

Lembro-me duma forma de punição que funcionou bem com Horácio, meu quinto filho, quando a vara literal não surtiu efeito. Ele tinha uns oito anos de idade. Insistia demais em associar-se com meninos indesejáveis da vizinhança. De modo que lhe mandei vestir um dos vestidos de sua irmã. Não se atrevendo a ser visto assim, ficou em casa e não saiu.
Não vou comentar nada...
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Não vou comentar nada...
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Assim que chegaram lá, meu sogro sabia que estavam sendo punidos. Foi motivo de alegria para ele pôr seus netos a trabalhar.
Trabalho compulsório é uma excelente forma de punir...

EDUCAÇÃO E INSTRUÇÃO SECULAR
Eu temia que, se provesse educação superior a alguns deles, talvez ficassem orgulhosos e quisessem mandar nos seus irmãos menos instruídos. Para evitar esta possibilidade, não providenciei para ninguém o que não podia providenciar para todos.
A Sociedade Torre de Vigia agradece.

Agora a parte que mais me tocou:
Neste respeito, lembro-me dum incidente envolvendo meu segundo filho, Raul, quando ele tinha uns dezessete anos. Certo domingo de manhã eu lhe disse: “Pois bem, meu filho, vamos ao serviço.” Ele respondeu: “Não, eu não vou.” Surpreso, perguntei-lhe: “E por que não?” “Porque não é obrigatório”, respondeu ele. Eu repliquei: “É verdade que não é obrigatório. Muito bem.” Não falei mais nada sobre isso a Raul. Nem lhe falei nada sobre ir comigo, no domingo seguinte. Tampouco fiquei irado, nem carrancudo com ele. Não sei o que ele sentiu no íntimo, mas, no domingo seguinte, de novo saiu quietamente ao serviço, sem dizer nada.
Eu tentei fazer isso mas não deu certo. Meu pai usou uma vara literal: o cinto de couro.
"Com alguns bons amigos bebendo de bem com a vida
De uma América a outra consigo passar num segundo"
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Caronte Vitalzole
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